Quem sou que vim de lá?
Descobrindo e reclamando da janela toda suja.
Quem sou no peito?
Eu na nuvem, no grão de areia?
Quem perspectiva sou,
e mostrar uma saída.
Quê, qué, quí,
Sair? Ihh...
Me deixo.---------+
segunda-feira, 5 de janeiro de 2015
Seiva doce, galho seco.
Acreditar em mim,
eu dizia, duvidaria
entregaria fizesse feio.
2 guardiões e não sabia o que fazia.
O caminho eu sabia (e ainda sei).
Falta me libertar, me acreditar, me reencarnar dentro do corpo que permanece vivo.
Eu estou aqui! - Falo pra mim mesmo.
Mas não enxergo onde.
Às vezes enxergo turvo,
Às vezes tudo pequeno, mundo micróbio.
Às vezes enxergo longe, não sei nem de onde, nem pra onde.
Às vezes enxergo tudo.
Eu sou o tudo.
Sou a serena afirmação de um caminho anti-repressão.
Eu quero dizer Eu.
E me amem, pois me amo,
me odeiem pois me cheirem e não cheiro como coisa que não cheiro. (desejos¿)
Debaixo da areia,
há segredos infindáveis.
Eu não sou o tudo, descobri outro mais tudo.
Mas sou tudo, revalido o que não sou,
E já sou.
Um pedaço da vida após a morte.
Seiva doce, galho seco.
eu dizia, duvidaria
entregaria fizesse feio.
2 guardiões e não sabia o que fazia.
O caminho eu sabia (e ainda sei).
Falta me libertar, me acreditar, me reencarnar dentro do corpo que permanece vivo.
Eu estou aqui! - Falo pra mim mesmo.
Mas não enxergo onde.
Às vezes enxergo turvo,
Às vezes tudo pequeno, mundo micróbio.
Às vezes enxergo longe, não sei nem de onde, nem pra onde.
Às vezes enxergo tudo.
Eu sou o tudo.
Sou a serena afirmação de um caminho anti-repressão.
Eu quero dizer Eu.
E me amem, pois me amo,
me odeiem pois me cheirem e não cheiro como coisa que não cheiro. (desejos¿)
Debaixo da areia,
há segredos infindáveis.
Eu não sou o tudo, descobri outro mais tudo.
Mas sou tudo, revalido o que não sou,
E já sou.
Um pedaço da vida após a morte.
Seiva doce, galho seco.
sexta-feira, 19 de dezembro de 2014
Você sabe o que deve fazer
Você já sabe o que deve fazer
não deixar se dominar
não deixar se endurecer
não deixar se dominar
não deixar se endurecer
sexta-feira, 12 de dezembro de 2014
Nada que vale a pena dura mais que uma semana
Ele disse: isso é sério¿
seríssimo. Não há nada, nada mesmo.
só acreditar¿
Nada a acreditar
Não dando crédito para verdades, inverdades, inconscientes, conscientes, comunicações.
O que importa é plano-sequencia, paisagem que se forma.
Se você cria os códigos bons, você vê melhor as paisagens, paisagens melhores.
Então, não é o código, nem o nome da rosa.
Senão seria como ler um livro sem o psicólogo na frente, a madeira sem o artesão.
dá pra acreditar¿
Não dá, espera o que¿
Não espera.
seríssimo. Não há nada, nada mesmo.
só acreditar¿
Nada a acreditar
Não dando crédito para verdades, inverdades, inconscientes, conscientes, comunicações.
O que importa é plano-sequencia, paisagem que se forma.
Se você cria os códigos bons, você vê melhor as paisagens, paisagens melhores.
Então, não é o código, nem o nome da rosa.
Senão seria como ler um livro sem o psicólogo na frente, a madeira sem o artesão.
dá pra acreditar¿
Não dá, espera o que¿
Não espera.
Retribuição
Esvanescer suave mel,
nenhuma emoção a alimentar.
Béla Fleck, the Fleckstones!
Me dizem qual é.
De tudo onde percebia, a culpa é arma anti-revolta criada pelos padres da circunstrição, em tempos de extrema escassez de tudo, de Deus de tudo. Volta!
Dizem que como rastro de um pianista quando acerta o arpejo que atinje a alma, sim, um fio de Ariadne, do alto astral pros caminhos da Pedra.
- Se agarra que eu puxo!
eita, ficou pesado.
Como força suave que liberta e cura.
O vício é o único mal.
Pois estar em baixo, estar em guerra.
Estar encima: curandeiro, amoroso, primavera.
Seguir trilhando o caminho do amor infinito transforma o escasso em abundante.
Jesus e seus peixes.
Sem medo de errar, do vinho azedar,
sem o vinagre não tem salada.
Tá frio põe cobertor,
tá quente liga o ventilador.
nenhuma emoção a alimentar.
Béla Fleck, the Fleckstones!
Me dizem qual é.
De tudo onde percebia, a culpa é arma anti-revolta criada pelos padres da circunstrição, em tempos de extrema escassez de tudo, de Deus de tudo. Volta!
Dizem que como rastro de um pianista quando acerta o arpejo que atinje a alma, sim, um fio de Ariadne, do alto astral pros caminhos da Pedra.
- Se agarra que eu puxo!
eita, ficou pesado.
Como força suave que liberta e cura.
O vício é o único mal.
Pois estar em baixo, estar em guerra.
Estar encima: curandeiro, amoroso, primavera.
Seguir trilhando o caminho do amor infinito transforma o escasso em abundante.
Jesus e seus peixes.
Sem medo de errar, do vinho azedar,
sem o vinagre não tem salada.
Tá frio põe cobertor,
tá quente liga o ventilador.
terça-feira, 2 de dezembro de 2014
Agora
Agora nessa hora,
tão distante do agora,
agora que era era, era
matéria
Não existe tanto mais,
Não existo o Tomaz.
Recupero memórias, sentimentos,
pessoas, acontecimentos
Recupero minha desindentidade,
que sabe os caminhos, que pode ver sem empecilhos.
Me deixo, me deixa, me deixa ver.
É uma boa já que já sem paciência pude me acalmar.
Você na cabeça não parava de pular.
Numa viagem da gota, do que tinha dentro da água
e os mistérios dela que não soubemos lidar.
Como dois mais dois mais quatro é o infinito,
todo o conhecimento, da diversidade constante, abarcante,
andante, alucinante, respirante, incessante.
Meu passaporte guardado na sua mochila,
eu deixei e pensei que fora um roubo.
Eu mesmo me roubei, me percebi em nuvens de tempestade,
e chovi tão longe, tão longe que havia muito oceano pra chegar em terra firme.
Me firmo num firmamento mais bonito, o mundo real é tudo o que há.
Vida de buraco, de fuga para dentro dos porões,
vidas conectadas, sem refúgio, vacilos com os deuses e os guardiões.
Xangô aparecendo para libertar e deixar o fim da conversa com Castro Alves
para a próxima sessão de sonhos lúcidos.
tão distante do agora,
agora que era era, era
matéria
Não existe tanto mais,
Não existo o Tomaz.
Recupero memórias, sentimentos,
pessoas, acontecimentos
Recupero minha desindentidade,
que sabe os caminhos, que pode ver sem empecilhos.
Me deixo, me deixa, me deixa ver.
É uma boa já que já sem paciência pude me acalmar.
Você na cabeça não parava de pular.
Numa viagem da gota, do que tinha dentro da água
e os mistérios dela que não soubemos lidar.
Como dois mais dois mais quatro é o infinito,
todo o conhecimento, da diversidade constante, abarcante,
andante, alucinante, respirante, incessante.
Meu passaporte guardado na sua mochila,
eu deixei e pensei que fora um roubo.
Eu mesmo me roubei, me percebi em nuvens de tempestade,
e chovi tão longe, tão longe que havia muito oceano pra chegar em terra firme.
Me firmo num firmamento mais bonito, o mundo real é tudo o que há.
Vida de buraco, de fuga para dentro dos porões,
vidas conectadas, sem refúgio, vacilos com os deuses e os guardiões.
Xangô aparecendo para libertar e deixar o fim da conversa com Castro Alves
para a próxima sessão de sonhos lúcidos.
segunda-feira, 1 de dezembro de 2014
Idos tempos de eu índio na floresta, o que me resta?
Eu morri dando risada,
Numa lira aos 19
Quase 20, quase via,
Como se fosse possível abraçar a eternidade,
esquecendo que em Saturno mora o pai,
E ele é quem é o deus da liberdade.
Quem dá a morte dá a vida.
Resnasço em retrogração.
Júpiter descastramento, um gozo sem armas
Uma arma pacifista, que ao invés de dar morte,
dá vida.
Preciso desprecisar das preces e das prezas.
A pulsação das ondas do Sol é tudo o que deduzimos.
de Netuno, e suas onze luas o orbitando.
Outra lida e relida,
ainda aprendo bem certinho,
a viver no tempo,
um só caminho.
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