segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

Idos tempos de eu índio na floresta, o que me resta?

Eu morri dando risada,
Numa lira aos 19
Quase 20, quase via, 

Como se fosse possível abraçar a eternidade,
esquecendo que em Saturno mora o pai,
E ele é quem é o deus da liberdade.

Quem dá a morte dá a vida.
Resnasço em retrogração.

Júpiter descastramento, um gozo sem armas
Uma arma pacifista, que ao invés de dar morte,
dá vida.

Preciso desprecisar das preces e das prezas.
A pulsação das ondas do Sol é tudo o que deduzimos. 
de Netuno, e suas onze luas o orbitando.


Outra lida e relida, 
ainda aprendo bem certinho,
a viver no tempo,
um só caminho.

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