domingo, 30 de novembro de 2014

É só isso- não é nada disso (vamos terminar?)

Como eu, que tanta fluidez ja havia alcançado,
que tão idependente já era.

Caminhando sempre em direção ao infinito,
Me jogando sem medo,

Por uma pendência de uma fraqueza
de um engano mal resolvido,

Fui cair em tão terrível buraco
De um afeto tão primário,
ainda muito necessitado e imperativo.

Como fui me deixar levar,
Percebendo o erro a cada segundo
e dando chance ao azar.

Sem confiar em nenhuma voz que me dizia,
em nenhuma luz que me guiava,

deixando me tomar de assalto
por estátuas de lixo, castelos de merda.
Fim do oceano.

Você está tão no razo.
E eu já andei milhões de quilömetros
e milhares de anos a mais que você

Seu medo de errar é o fim de minha era,
a minha morte em absoluto

Não é possível permanecer.
Se deixando obcecar,
Não tenho filho(a)s neste mundo.

Para eu estar onde quer siri que eu esteja
só com uma bruteza que fará a minha morte,
trará o meu fim.

É o fim de um oceano,
eu sou a vida, eu sou a morte.
Eu sou o infinito, eu não tenho morte.

Acaba onde começou,
onde era impossível numa noite
que poderia durar um milhão de anos

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